Philip Seymour Hoffman (1967 – 2014)

Acabo de saber da morte, com apenas 46 anos, de um dos meus atores preferidos, o estadosunidense Philip Seymour Hoffman. Sem dúvida um dos melhores de sua geração, o premiado ator era capaz de brilhar mesmo em papéis secundários, roubando literalmente a cena.
Era um daqueles atores-camaleão, que, como ensina um amigo, encarna a personagem a pouco de ficar irreconhecível. Comparem-se, por exemplo: o enfermeiro de Magnólia; o guru charlatão de O Mestre; Truman Capote, de Capote; o gênio do mal de Missão Impossível 3; o “modernista” e ambíguo padre de Dúvida etc. É uma coisa impressionante.
Uma grande perda para a Sétima Arte. Menos um grande ator para nos alegrar e enriquecer.