Publicidade e pós-verdade

A D(eutsche) W(elle) Brasil publicou ontem esta matéria sobre o papel da publicidade na produção de notícias falsas.

O sistema de anúncios online contribui para que a popularidade das notícias seja mais importante do que a sua veracidade. O modelo faz com que a divulgação de notícias falsas seja um negócio cada vez mais lucrativo. Veja:

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[Disponível em < http://p.dw.com/p/2d2cD >. Acesso em 17-5-2017.]

O burro

No mesmo dia e espírito da mensagem anterior sobre a ignorância, acrescentei:

C.,
Hehehe… essa foi boa! Mas não é nada disso. Dê uma
espiada, por exemplo, em
http://www.forum-grenzfragen.de/grenzfragen/open/Kirchenamt/Fuerst/frame.htm
e
http://www.sicetnon.cogito.de/artikel/historie/nichtwissen.htm
O burro, aliás, é o símbolo do filósofo. E a
filosofia, você sabe, começa com o espanto, a
perplexidade, a… ignorância: o saber do não-saber!
Abraço,
gil

Ignorância aplicada

A Internet é mesmo um instrumento fascinante… serve até, como que contra a nossa vontade, para nos lembrar de coisas que escrevemos há anos! Estava eu “pesquisando” uma expressão e me deparei com a seguinte mensagem de minha autoria (em 29-6-2004):

C.,
Não se faça de vítima, por favor…
Sabe, acho que já sei o que devo fazer, a qual organização me devo juntar. Aliás, vou fundar uma. Vai chamar-se Ignoramus Et Ignorabimus ([ignoramos e ignoraremos] primeiro tenho de verificar se o latim está certo) — Instituto para a Ignorância Aplicada. Ignorância mesmo, porque Não Saber é meio afetado…
Seu objetivo será investigar e identificar tudo quanto é Besserwisser [sabichão, sabe-tudo] deste país. E mostrar o quanto eles também, no mais das vezes, apenas aplicam a própria ignorância.
Será uma organização político-filosófica anti-escolas, anti-ismos.
Aguarde!
gil

Fiquei até com vontade de mudar o nome deste blogue, que é provisório mesmo, e de criar um grupo de estudos…