Grupo de Estudos Filosóficos (GEF)

Lonergan e a Questão do Método

images (1)Além dos cursos modulares de História da Filosofia, Filosofia da Linguagem etc., que continuarão a ser oferecidos normalmente, o Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio” (Ramon Llull) passa a oferecer também a possibilidade de se estudar filosofia em grupo: Grupo de Estudos Filosóficos (GEF).

Não se trata, portanto, de um curso, com aulas expositivas etc., mas de reuniões de “Filosofia Prática”, ou seja, de pesquisa – leitura, reflexão e discussão -, conduzidas pelo professor Edson Gil*.

A linha de pesquisa do grupo é dupla: o pensamento de um filósofo e uma problemática filosófica acerca da qual o referido filósofo tenha dado uma contribuição relevante. O filósofo e a problemática são relevantes não apenas para os participantes, mas para todos nós, mulheres e homens contemporâneos, especialmente os brasileiros.

O filósofo escolhido é o canadense Bernard Lonergan (1904 – 1984) e a problemática, a chamada “questão do método” (investigação, interpretação, dialética, comunicação) e as respectivas implicações éticas (pedagógicas, políticas) e religiosas.

Outro motivo pelo qual se escolheu esse pensador está associado à sua ideia de Cosmópolis – uma perspectiva universal que pode nos auxiliar a enfrentar os desafios de uma época em que a autêntica universalidade foi substituída pela uniformidade e pelo comum (uniformização, globalização).

Embora seja desejável que o estudante tenha o próprio exemplar de Insight, a obra-prima de Lonergan, isso não é urgente nem mesmo necessário.

O grupo é permanente, com poucas interrupções no ano (férias, festas, feriados etc.).

A periodicidade é semanal, com duração de duas horas-aula (100 min).

O horário é o seguinte: aos sábados, das 14h às 15h40.

Como se trata de grupo de estudos, a contribuição mensal é menor do que a referente aos cursos.

O grupo se reunirá na sala de aula do IBFCRL, na Praça da Sé (esquina com a rua XV de Novembro; veja o endereço completo abaixo).

Uma boa apresentação da obra de Lonergan pode ser encontrada AQUI. (Lonergan não é, porém, o maior nem o mais importante filósofo contemporâneo. Mas, sem dúvida, é um dos maiores e está ganhando em importância a olhos vistos.)

E AQUI se pode ler um trecho de Insight (Compreensão, Intelecção), a principal obra de Lonergan, mencionada acima.

Para quem lê em inglês (ou sabe usar o Google Tradutor), o verbete da Wikipédia sobre Lonergan é bastante útil, trazendo vários links que apontam para sites de instituições de pesquisa e divulgação do seu pensamento.

Na postagem anterior, abaixo, pode-se assistir a uma breve apresentação em vídeo da vida e pensamento de Lonergan.

INVESTIMENTO POR SEMESTRE
R$ 540,00 em 6 vezes de R$ 90,00
R$ 500,00 em 5 vezes de R$ 100,00
R$ 480,00 em 4 vezes R$ 120,00
R$ 465,00 em 3 vezes de R$ 155,00
R$ 450,00 em 2 vezes R$ 225,00
R$ 440,00 à vista.

PROFESSOR
Edson D. Gil leciona filosofia no nível superior há dez anos. Membro fundador do IBFCRL, estudou história na UFRJ, pedagogia Waldorf na Alemanha e fez mestrado em filosofia na PUC-SP. Traduziu, entre outros livros, A escada dos fundos da filosofia, de Wilhelm Weischedel.

LOCAL
Praça da Sé, 21 Edifício São Marcos – 10 andar cj. 1006 – São Paulo – S.P.

INSCRIÇÕES
Informe seu nome completo e telefone ao Sr. Marco Antonio pelo telefone 11 3101 6785 / 95134-6626
Whatsapp 11-96831-2930 ou pelo email: lulio1232@gmail.com

Vagas limitadas

Condicionado à formação de turma

Ok Computer: 20 anos

downloadOk Computer, um dos melhores –senão o melhor dos– álbuns do Radiohead, completa 20 anos este mês.

Descobri o Radiohead há apenas uns 4 ou 5 anos. Foi uma tão tardia quanto grata surpresa. Acostumado com os dinossauros do rock’n’roll, especialmente do rock progressivo, como Pink Floyd, Yes, Genesis et al., não só não estranhei o som da banda como me tornei um admirador do seu trabalhado.

Conforme matéria no EL PAÍS Brasil de hoje, 22-5, «para muitos, desde 1997, nada superou uma obra tão influente como “Ok computer”, do Radiohead». Talvez seja uma avaliação exagerada, mas sem dúvida se trata de um grande álbum de uma grande banda.

Todos os componentes do Radiohead são muito bons, mas o vocalista, compositor e multi-instrumentista Thom Yorke merece uma menção especial. É de fato um grande artista.

Clique AQUI e assisa à execução completa de Ok Computer, ao vivo, no show feito pelo Radiohead em Hammerstein Ballroom, New York, em 19 de Dezembro de 1997.

Intuição e política

Intuição é uma forma de conhecimento. Um conhecimento não discursivo, mas imediato.

Há pelo menos três formas de intuição: a sensível, a intelectual e a ordinária ou do senso comum.

Nós estamos por assim dizer intuidos nos sentidos. Basta abrir os olhos e já estamos vendo, embora nem sempre enxergando. Estamos permanentemente ouvindo, ainda que não necessariamente escutando. É essa imediação com a qual percebemos o mundo, ou melhor, essa percepção imediata que temos do mundo que se chama intuição sensível.

A intuição intelectual é mais complexa. É defendida por alguns filósofos e rechaçada por outros. Kant, p.ex., a rechaça, mas a concebe como uma faculdade divina, a qual de algum modo cria o objeto à medida que o percebe. Fichte, em contrapartida, a defende, mas a compreende mis ou menos como a apercepção transcendental kantiana. Para Descartes, a intuição (intuitus) é a autocerteza do sujeito pensante enquanto pensa, ou seja, no ato mesmo de pensar (sentir, querer etc.). Para os escolásticos, como Tomás, a intuição é considerada como um modo de conhecimento habitual, um “hábito”. Em todo caso, a imediação é uma característica comum a todas essas acepções de intuição.

Já a intuição no sentido corriqueiro se refere àquele processo mental, em parte cognitivo em parte emotivo, pelo qual se tem certeza acerca de algo (empírico) passado ou mesmo futuro ( ! ). Enquanto a intuição intelectual precede ou origina o pensamento dedutivo, a intuição ordinária parece resultar do pensamento indutivo. Apenas sem a respectiva consciência. Isso quer dizer que, na intuição comum, se chega à conclusão sem a consciência dos passos anteriores, das premissas. Trata-se portanto de intuição no sentido impróprio, porquanto a imediação é apenas aparente ou ilusória.

Tudo isso para dizer que a política é o domínio da intuição ordinária por excelência (ou por antonomásia?). E por isso é um campo por assim dizer feminino. São hábeis os políticos mais intuitivos, “femininos”. (Naturalmente não me refiro às raposas ou tubarões, que para além da intuição e da feminilidade possuem outras “propriedades”.)

E como a economia é indissociável da política, também a economia, ou melhor, a economia política, é domínio da intuição do senso comum. As chamadas ciências política e econômica (e a economia política no sentido estrito) tratam apenas de abstrações, de modelos, tipos ideais, enfim, de construtos teóricos. Quando se aplicam à realidade da política e da economia invariavelmente evidenciam a sua inadequação. Trata-se do chamado hiatus irrationalis, a diferença entre o conceito e a intuição (nos termos de Kant), entre o universal e o singular, entre a abstração e a realidade.

Sobretudo os economistas, por um defeito de formação (ops!), tendem a ignorar o hiato, a diferença e, por isso, são obrigados a violentar a realidade. São os chamados economistas cabeças-de-planilha sob os desmandos dos quais todos nós sofremos.

O banqueiro Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda do Brasil, e os demais membros da atual equipeconômica são autênticos expoentes dessa classe de economistas cabeças-de-planilha. Os neokeynesianos, como Paul Samuelson, pelo menos têm consciência do problema e tentam escapar da armadilha.

Na política a coisa é ainda mais complicada. A polaridade entre idealistas e realistas é expressão dessa complexidade, mas nem de longe a esgota. E não é o caso de que o realismo ou a mesmo esquerda “progressista” sejam melhores nesse quesito do que o idealismo e a direita. Muitos marxistas, p.ex., ainda estão presos a esquematismos em que a realidade humana não tem o menor espaço.

Aludi acima a um conceito weberiano*, e foi o mesmo Weber que chamou a atenção para o processo de racionalização e “desencantamento” do mundo ocidental moderno. Assim há hoje não só críticos de arte cabeças-de-planilha como também artistas cabeças-de-planilha. Muito da chamada arte abstrata é o triste resultado desse desencantamento. Mas há inclusive comentaristas de futebol cabeças-de-planilha (para não falar de técnicos e de jogadores). São aqueles a que Nesoln Rodrigues chamava de “idiotas da objetividade”.

Aproveito a feliz expressão rodriguiana para retomar o fio. A rigor a intuição não é uma forma de conhecimento. Como consiste na relação e/ou no resultado da relação entre sujeito e objeto, o conhecimento é essencialmente mediato, e, por conseguinte, não intuitivo.

Concluo, assim, dizendo que o conhecimento –científico ou ordinário, do senso comum–, embora necessário, não é suficiente para a adequada compreensão da política (da economia, da arte e do futebol). Muito menos para a sua prática.

* O hiatus irrationalis é, na verdade, um conceito clássico, presente, p.ex., no pensamento de um Fcihte, de neokantianos (a fonte imediata de Weber) e até de um Lacan.

PS: Essa reflexão foi motivada pela desorientação generalizada que reina não só na prática política nacional, como também, e sobretudo, nas respectivas análises teóricas e comentários.

PPS: Os homens mais intuitivos são aqueles que ainda não sufocaram totalmente a sua constitutiva feminilidade.

Lava Jato

Uma reflexão tão pertinente quanto relevante, que já foi aliás ensaiada aqui e ali, tanto à esquerda quanto à direita, mas que não parece ter despertado o interesse geral, é a seguinte.

As delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, foram obtidas sem prisão coercitiva ou outra forma qualquer de violência. Além disso, sabe-se agora que Eduardo Cunha continuava a receber propina na prisão, em pagamento de serviços já prestados (ainda tinha a haver 15 mi!).

Ora, se delações qualificadas (e devidamente instruídas) se podem obter sem violência e se a prisão não demove o réu de seus crimes, então para que raios serve mesmo a Lava Jato?

Acabo de saber que o procurador-geral da República se pronunciou –em nota– exatamente sobre esse, digamos, paradoxo:

Os elementos de prova revelam que alguns políticos continuam a utilizar a estrutura partidária e o cargo para cometerem crimes em prejuízo do Estado e da sociedade. Com o estabelecimento de tarefas definidas, o núcleo político da organização criminosa investigada na Operação Lava Jato promove interações diversas com agentes econômicos, com o objetivo de obter vantagens ilícitas, por meio da prática de crimes, sobretudo a corrupção.Isso demonstra que o esperado efeito depurador e dissuasório das investigações e da atuação do Poder Judiciário lamentavelmente não vem ocorrendo e a espiral de condutas reprováveis continua em marcha nos mesmos termos e com a mesma ou maior intensidade e desfaçatez.

Parece-me mais um forte golpe na Lava Jato e, especialmente, no juiz Sérgio Moro e sua estratégia “manipulitana”.

Sou radicalmente contra a prisão gratuita e arbitrária, como meio para fins supostamente edificantes.

A ideia da prisão (ou a ideia “prisão”) consiste, em primeiro lugar, em proteger o delinquente dele mesmo, em segundo, de recuperá-lo pela e para a sociedade da qual ele é parte.

Nosso sistema prisional é, por isso mesmo, um escândalo político e humanitário.

À medida que lança mão de expedientes maquiavélicos e da violência, sim, da tortura, a Lava Jato simplesmente põe tudo a perder.

Karl-Otto Apel

hqdefaultSó hoje soube da morte, ocorrida no domingo, 15-5-2017, de um dos mais importantes filósofos do século XX: o alemão Karl-Otto Apel, de 95 anos.

Apel desenvolveu uma ética filosófica no seio da chamada reviravolta linguístico-pragmática da filosofia transcendental (Manfredo Araújo de Oliveira). Para ele, a linguagem, enquanto meio de toda comunicação, constitui condição ineliminável de possibilidade e validade da argumentação sensata e portadora de normas morais consensuais (comunidade ilimitada de comunicação).

Com o fim de fundar racionalmente uma ética universal –a Ética do Discurso– para o mundo contemporâneo, percorreu um longo caminho de discussão e superação com os mais tradicionais sistemas da filosofia ocidental. Esse percurso é documentado na sua obra-prima Transformação da filosofia (1973-6)*.

Claramente de orientação kantiana, Apel dialoga especialmente com a hermenêutica fenomenológica de Heidegger e Gadamer e com a semiótica de Peirce. E é justamente desse diálogo que resulta a transformação pragmático-transcendental da filosofia: a filosofia consiste na reflexão transcendental de todo pensar dialógico, e a Ética do Discurso, numa ética intersubjetiva de caráter a priori pragmático-transcendental, solidária e universal, portadora de consenso, verdade e responsabilidade.

A foto acima foi tirada durante uma entrevista concedida pelo filósofo em 2004 a Nicole Holzenthal. Esta e outras entrevistas estão disponíveis no Youtube. Uma das coisas que mais chamam a atenção é a humildade intelectual e a serenidade de Apel.

Sem dúvida, uma grande e inestimável perda para a filosofia!

Clique AQUI para assistir à mencionada entrevista.

E clicando AQUI você pode ler uma pequena entrevista concedida por Apel a Maurício Guilherme Silva Júnior quando esteve na UFMG.

O importante jornal alemão Die Zeit, ao noticiar a sua morte, refere-se a Karl-Otto Apel como “representante da Escola de Frankfurt” e considera que ele tenha influenciado a Ética do Discurso.  Isso se deve, decerto, ao trabalho desenvolvido por Apel em parceria (dialógica!) com seu amigo, outro grande filósofo, Juergen Habermas. Mas se este último pode sim ser considerado como um membro da citada Escola, o mesmo não se pode dizer sem mais de Apel, que sempre manteve uma posição de independência em relação ao neomarxismo e às demais correntes filosóficas contemporâneas.

* Tradução brasileira: Transformação da filosofia. Vol. 1: Filosofia analítica, semiótica, hermenêutica; vol. 2: O a priori da comunidade de comunicação. São Paulo: Loyola, 2000.

Cisne negro

cisne-negro (1)Karl Popper costumava ilustrar as suas reflexões sobre o chamado problema da indução e/ou de Hume com a imagem do cisne negro. Houve um tempo na Europa em que só se conheciam cisnes brancos. E por conseguinte –isto é, por indução– se acreditava que todos os cisnes eram brancos. Até que, num belo dia, se “descobriram” cisnes negros na Austrália. Ergo: o raciocínio (ou argumento ou método) indutivo é incapaz de nos garantir a verdade da conclusão. Na concepção popperiana: a indução é no mínimo uma falácia; a rigor, não existe.

“Black swan” acabou virando um termo, uma expressão técnica do mundo econômico-financeiro. Significa o inesperado, o incompreensível e, no limite, o impossível.

O momento pelo qual passa o Brasil poderia, mutatis mutandis, ser designado como “cisne negro”.

Aconteceu algo inesperado, de difícil compreensão e de consequências imprevisíveis. O mercado financeiro se vê diante de um autêntico “black swan”, os jornalistas, de um grande “batão na cueca”. Todos nós porém diante da incerteza.

Na verdade, para ser mais preciso –ainda que paradoxal–, aconteceu algo inesperado-esperado. Todos sabíamos que tudo poderia acontecer a qualquer momento. Poderia. Possibilidade não é, naturalmente, realidade nem muito menos necessidade. Nem mesmo probabilidade. O que é possível pode ou não acontecer.

A realidade em geral é complexa. A realidade da política é particularmente complexa.

O fato é que o presidente da república, Michel Temer, e o senador por Minas Gerais e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, foram delatados, segundo o jornal O Globo, com provas audiovisuais.

Segundo os delatores, ambos estavam comprovadamente empenhados em obstruir a justiça em pleno exercício de suas funções republicanas. O que é gravíssimo.

Mas, voltando ao cisne: o inesperado-esperado se confirmou como realidade, fato, e agora já é passado. Resta descobrir que consequências terá. As próximas horas serão decisivas.

A PGR (MPF) pediu a prisão do senador, de sua irmã e de um primo. Os dois últimos já foram conduzidos às dependências da PF. O caso de Aécio foi encaminhado pelo ministro Edson Fachin para ser decidido ainda hoje pelo plenário do STF. Foi entretanto suspenso de seu cargo e proibido de deixar o país bem como de entrar em contato com os demais investigados.

Michel Temer, segundo um senador do Acre que esteve com ele pela manhã, deve fazer um pronunciamento à nação assim que ouvir a mencionada gravação.

Todas as contas feitas, é improvável que Temer não caia, seja por impeachment seja por renúncia ou então por cassação (no julgamento da chapa Dilma-Temer, no dia 6-6). Mais difícil é fechar a conta de Aécio. É pouco provável que ele vá preso, mas isso quer dizer que há mais de 50% de chances que isso ocorra.

Indutivamente não podemos saber se o próximo cisne será branco ou negro.

PS: A PF demorou para entrar na casa do senador no Rio porque, como não havia ninguém, os policiais tiveram de esperar por um chaveiro. Ora, por que não arrombaram a porta? Porque se trata de um senador, do presidente de um partido ou de um político profissional do campo conservador?

ATUALIZAÇÃO: Na verdade, o ministro Edson Fachin não encaminhou o pedido de prisão de Aécio Neves ao plenário do STF. Ele apenas o indeferiu. O caso só será apreciado pelo STF, caso o procurador geral, Rodrigo Janot, recorra da decisão. Isso pode significar aliás que, tal como ocorrido com o deputado Eduardo Cunha, o caso Aécio venha a ser remetido ao juiz Moro.

Novos Cursos

Car@s,

Estão sendo oferecidos pelo Instituto Raimundo Lúlio 2 novos cursos e mais a continuação do curso, em módulos, de história da filosofia.

O curso em 4 módulos vocês já conhecem.

Os novos são os seguintes: Introdução à filosofia da linguagem & Introdução à história da filosofia contemporânea da ciência.

Agora todos os cursos têm a mesma duração: 6 semanas.

Mais informações podem ser obtidas no blog do Instituto:

http://ocafedosfilosofos.blogspot.com.br/2017/05/cursos-iniciacao-historia-da-filosofia.html

http://ocafedosfilosofos.blogspot.com.br/2017/05/curso-filosofia-da-linguagem.html

http://ocafedosfilosofos.blogspot.com.br/2017/05/historia-da-filosofia-da-ciencia-idade.html

Abraço,

Prof.EDGil